terça-feira, 19 de janeiro de 2010

A Mística do Óleo de Oliva

A Mística do Óleo de Oliva

O cultivo de oliveiras para a extração do azeite, data da Síria Antiga sendo explorado pelos povos egípcios e armênios.

Na Grécia Antiga, a oliveira tinha grande importância, e, em algumas passagens mitológicas, menciona-se a oliveira e sua criação.

Um bom exemplo é a história que conta como o nome da cidade de Atenas foi escolhido.

Os deuses Atenea e Posêidon discutiram para saber quem teria a honra de dar seu nome à cidade. Decidiram que quem realizasse o feito mais útil aos humanos teria essa honra. Então, Posêidon golpeou sobre uma rocha e fez surgir um animal útil para a guerra: o cavalo.

Atenea, impressionada com o feito de Poseídon, bateu com a ponta de sua lança na terra e fez crescer uma oliveira. A própria Atenea ensinou aos futuros habitantes da cidade o cultivo das oliveiras e a extração do azeite. Passou então a ser adorada como a deusa da agricultura e emprestou seu nome à nova cidade.

Essa história mostra a importância do azeite de oliva para os gregos antigos que o escolheram como um sinal de paz e consideravam sagrados os ramos da oliveira, que eram trançados como coroas e usados pelos vencedores dos jogos olímpicos.

Não se sabe como o cultivo das oliveiras chegou a parte ocidental do Mediterrâneo, se pelas mãos dos colonos gregos ou, ainda anteriormente, pelos fenícios, mas sabe-se que os romanos estenderam seu cultivo a todo seu império, da África à Península Ibérica.

Ao longo de toda a sua história o azeite de oliva foi ligado, não somente à alimentação, como à medicina e à religião. Está relacionado com a paz, a abundância e o bem estar.

Na Kabbalah

Durante o mês de Kislev (Novembro-Dezembro) , o nono mês lunar – sob a luz de sagitário, estamos sagrando o óleo, que nos traz a luz, conscientizada durante a festa de chanuká, festa das luzes.

Esta é a oportunidade para entendermos melhor a importância do óleo de oliva e seu uso pelo cabalistas, que recomendam uma pequena colher de óleo todos os dias.

Era o óleo que garanti as luzes acesas no Templo, que simbolizavam e faziam a conexão com uma estrutura perfeita do universo oculto – estas luzes eram as luzes do candelabro de 7 braços, a menorá.

Óleo em hebraico Shemen - Shin, Mem, Nun - representa o veiculo de transformação.

E Shemen está na palavra hebraica Shemona, que é oito, mostrando que o óleo nos leva a uma oitava acima.

O azeite simboliza dedicação a um propósito superior, usado para ungir o rei e consagrar os sacerdotes, torna sagrado o que toca.

Abastece o fogo, que é o principal símbolo de transcendência, símbolo de D'us.

O influxo de D'us, nas sefirot é chamado de óleo.

“Que D'us despeje o bom óleo nos sete braços da menorá que representa o mundo sefirótico para conceder Sua bondade àqueles que Ele criou”

A pureza do azeite representa a imortalidade, aquele algo a mais, acima da mente, mais sublime que a sabedoria. Representa a coragem, a força, a vontade e o espírito.

Por isto neste período (Tishrei) somos chamados para sermos guardiões (Shamash) da luz, que corre através do óleo, instrumento de ascensão. É aqui que podemos despertar para uma nova consciência, com mais luz dissipamos a nossa escuridão e a escuridão do mundo.

O momento em que buscamos as conexões com esta ascensão se chama Chanuká, a festa das luzes. São 8 dias de festa, o Shemona


Fonte: Escola de Kabbalah

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Sempre fui incansável por "perseguir" meu sobre nome e minhas origens como brasileira, muitas influências maternas e paternas e este texto acima é mais uma busca pelo que é o meu nome e porque tantas culturas se abastecem dessa que é uma das "essencias da terra".

Hoje se descobriu que nem é só o óleo que tem resultados para o nosso organismo, mas vc pode se utilizar das folhas e ramos, e dos frutos que é a forma mais conhecida, a cada vez que avançamos progredimos na descobertas dos "Tesouros da Terra"

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